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Um louco apaixonado pelas palavras da vida. Cada dia mais nú, cada dia mais cru. Até virar pó e cinzas...

domingo, 27 de setembro de 2009

Desliguei o telefone

Estava com minha mãe no telefone. Meu celular, do lado da rede, em cima de um copo com água, anuncia uma nova mensagem, é ela! Aos poucos a voz do outro lado da linha foi se perdendo, tão grande era a ansiedade que não havia luz maior que aquela que piscava ali a menos de dois metros. Não sei se acabo uo rápido ou se não vi passar, mas o papo foi finalizado. E antes mesmo que minha mão terminasse de arrumar o telefone no aparelho eu já estava quase de pé em direção à mensagem. Deitado na rede, celular bloqueado com o aviso de nova mensagem nas mãos, eu já conseguia senti-la. Aquele sorriso, aquela alegria, os olhos tagarelas... o calor me subiu ao peito, já sorrindo desbloqueei o celular. Não era ela.